Há 10 mil anos, o tigre-dentes-de-sabre, também conhecido como Smilodon, caçava no continente americano, mas mudanças climáticas e a caça predatória realizada por humanos levaram a espécie à extinção. Hoje existem fósseis preservados que foram encontrados nos poços de Piche de La Brea, na Califórnia.

Mamute
Entre 3 mil e 10 mil anos atrás, o mamute entrou em extinção. As causas mais prováveis são mudanças no clima, que começava a ficar mais quente, e a caça. Todavia, pode ser possível que a espécie volte a dividir o mundo com os humanos. Em março de 2012, cientistas da Rússia e da Coreia do Sul anunciaram uma parceria para clonar o animal e gerar um indivíduo vivo
Quagga
A Quagga era uma subespécie de zebra que habitava as planícies da África do Sul. Sua principal característica era o desaparecimento gradual das listras, bem marcantes na frente e inexistentes atrás. A cor marrom da metade posterior e as patas brancas também eram particularidades do animal. O DNA retirado da pele de um exemplar empalhado era muito semelhante à zebra comum (Equus quagga). Em 1987 surgiu o Projeto Quagga, com o objetivo de trazer o animal de volta da extinção através de um programa de reprodução seletiva a partir da zebra comum.
Dodô
O dodô era uma ave que existia nas Ilhas Maurício, no Oceano Índico. Longe de predadores, o animal perdeu a habilidade de voar durante a evolução e explorava seu habitat a pé. Quando os primeiros navegantes chegaram às ilhas no fim do século 16, começaram a caçar as aves indefesas, que também eram alvo de animais domésticos como gatos e cachorros (o biguá-de-galápagos enfrenta os mesmos problemas hoje). Em 1662 o animal entrou emextinção.
Tigre-da-tasmânia
O tigre-da-tasmânia era um marsupial (mesmo grupo dos cangurus) que vivia na Austrália, Nova Guiné e Tasmânia até a década de 1930. A perda de habitat e a introdução de cães domésticos ajudaram na diminuição da população. Biólogos, porém, apontam para a caça por fazendeiros, que visavam proteger seu rebanho, como a principal causa da extinção dos animais (mesmo problema enfrentado por muitos animais no dia de hoje, como a onça-pintada, por exemplo). Será difícil clonar o tigre-da-tasmânia, porque ele é bem diferente de seus parentes, hoje se aproxima o diabo da tasmânia o que dificulta as análises genéticas.
Periquito-da-carolina
O periquito-da-carolina era a única espécie de psitacídeo (família dos periquitos, papagaios e araras) do leste dos Estados unidos. Eles viviam às margens de rios, onde se alimentavam de frutos e sementes. Mas, no século 19, a destruição de seu habitat causada pela expansão da agricultura, aliada ao tráfico de animais e a caça pelas penas das aves (a arara-azul enfrenta os mesmos problemas hoje em dia), acabaram levando a espécie à extinção na natureza em 1904. O último indivíduo em cativeiro morreu em 1918 no Zoológico de Cincinnati.
Pombo-passageiro
Existiam bilhões de pombos-passageiros na América do Norte durante o século 19, mas a caça e a destruição do habitat levaram a espécie à extinção no começo do século 20. Hoje, um time de cientistas está tentando trazer a ave de volta utilizando seu DNA.
Arau-gigante
Anteriormente o arau-gigante podia ser encontrado em todo o litoral do Atlântico Norte. As aves, semelhante aos modernos pinguins, haviam perdido o voo durante a evolução e eram excelentes nadadoras. A caça por suas penas, carne, óleo e gordura levou a espécie à extinção. O último arau-gigante vivo foi visto em 1852. Hoje existem mais de 70 exemplares em museus.ico
Huia
O único lugar no mundo onde era possível se encontrar huias era no norte da Nova Zelândia. Para os maoris as penas das aves era um sinal de status: só os chefes podiam usá-las como adorno. Mais tarde, com a chegada dos europeus, as aves passaram a ser alvo de colecionadores – que desejavam empalhar os animais para deixá-los como peças de decoração – e sua população caiu drasticamente. O último indivíduo foi visto em 1907. A perda de habitat e doenças são outras causas prováveis da extinção. Moa As moas são agrupadas em nove espécies divididas em seis gêneros. As maiores, deixariam um avestruz parecendo um pequeno passarinho. Elas podem chegar 3,6 metros de altura e pesar cerca de 230 quilos. As aves entraram em extinção por volta do ano 1400 devido à caça intensiva promovida pelos Maoris e ao distúrbio provocado pela agricultura. Ela é uma candidata a desextinção porque existe uma quantidade significativa de ossos grandes de onde os cientistas podem retirar material genético para mapear o genoma do animal.
Auroque
Auroques eram bovídeos achados na Grã-Bretanha, no norte da África e em boa parte do território da Eurásia. A caça e a competição por pastos com o gado doméstico levaram a espécie à extinção em 1627 .
Tetraz
A subespécie de tetraz-das-pradarias, Tympanuchus cupido cupido, habitava os brejos da América do Norte, desde o sul de New Hampshire até o norte da Virgínia. A chegada de colonizadores e a perda de habitat acabaram levando o animal à extinção em 1932











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